Entenda a LGPD aplicada ao Smart Packaging

LGPD aplicada ao Smart Packaging.
LGPD aplicada ao Smart Packaging.

Para colocar em prática uma solução de Smart Packaging efetiva, não basta acoplar um QR Code ou RFID na embalagem convencional. Junto às tecnologias existem um universo de recursos que, unidos, coletam, filtram e direcionam esses dados para cada elo da cadeia. Para garantir a integridade dessas informações – que, por sua vez, podem ser sensíveis – a legislação brasileira colocou em vigor, ano passado, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Isso porque, até a sanção da lei – que aconteceu em 2018 – não tínhamos nenhuma política de fiscalização efetiva para recolhimento e compartilhamento desses dados. Certamente, quando levamos esse problema ao setor de embalagens, há muito o que ser discutido. Afinal, uma cadeia produtiva envolve vários agentes. O que significa que, se não tratado de forma adequado, uma informação pode chegar em mãos erradas.

Para entender como adequar-se a essa nova legislação, vamos entender duas coisas: o que é o LGPD e as que práticas serão necessárias para estar em compliance com tal lei.

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O que é LGPD?

O principal objetivo da LGPD é proteger a liberdade e a privacidade dos usuários. Ela estabelece regras, bastante específicas, sobre a forma com a qual as empresas coletam e armazenam as informações do consumidor. Tudo isso com um único objetivo: fazer com que o indivíduo saiba o propósito da utilização. Só assim ele poderá optar, ou não, por ceder seus dados pessoais para determinada empresa.

É importante ressaltar que na redação da lei hoje, existem diretrizes singulares para cada tipo de coleta e utilização de informação. Isso significa que todas as empresas, dos mais variados seguimentos – sem exceção – terão que rever processos operacionais, caso não queiram tomar uma multa milionária que pode prejudicar permanentemente um negócio.

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O motivo para a vigência dessa lei é simples, mas bastante claro: nos últimos anos, aumentou (e muito!) o número de ciberataques e vazamentos de dados na internet. Além dos transtornos que esses problemas trazem ao usuário, há, posteriormente, o enorme prejuízo que as empresas enfrentam. No Brasil, a perda financeira causada pelos crimes virtuais foi de R$ 80 bilhões de reais, em 2019, segundo um levantamento da União Internacional de Telecomunicações (ITU, na sigla em inglês).

Como estar em compliance?

Quando o assunto é LGPD tenha consciência de que há muito a ser feito. A princípio, se por um lado isso demandará mais esforços das companhias para identificar vulnerabilidades em seu dia a dia operacional, por outro trará diversos benefícios para todo o mercado brasileiro. A começar que iremos nos equiparar a grandes potências mundiais que, hoje, possuem políticas claras de segurança.

Antes de mais nada, tenha em mente que este processo não é simples, tampouco rápido. Não apenas você terá que rever todas as etapas de trabalho, como ainda enxergará a necessidade de implementar novos sistemas e ferramentas que tornarão o ambiente de trabalho favorável.

Para auxiliá-lo, primeiramente, inicie a transição com a formação de um comitê – composto por representantes de cada área do negócio. Decerto, eles o ajudarão na fase de identificação de vulnerabilidades, trarão sua expertise para solucionar problemas e, ainda, poderão opinar sobre as melhores ferramentas para suprir cada lacuna encontrada no processo.

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